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sábado, 3 de setembro de 2011

Programa à la Chuck Norris


Olá de novo e novamente, meus caros leitores de blog. Como disse no final do post anterior (na parte do "P.S."), coloquei um "contador" para saber quantos acessos o meu blog tem, e para a minha sincera surpresa,  até o momento em que acesso esse post, meu blog tem 2.731 acessos! Caraca! Nem eu esperava um número tão alto! Acho que as vezes que eu entrei repetidamente para ver comentários inexistentes ou que meus amigos que comentaram entraram novamente na esperança de ver mais posts, frustrando-se logo em seguida, contaram bastante! Brincadeiras à parte, agradeço todos esses acessos, e digo novamente: COMENTEM MEUS POSTS!!! EU QUERO VER SEUS COMENTÁRIOS! SEJAM NEGATIVOS OU POSITIVOS, MAS EU QUERO VÊ-LOS!!! Após esse desabafo, vamos ao post que, como eu também disse no post anterior, eu pretendia escrever antes do post anterior: mais um post tranquilo e sem grandes críticas sociais nem nada do gênero. Um post de simples entretenimento.
Para início de conversa, o título que à princípio eu pensara para o post não era esse, e pra ser sincero, nem lembro qual era o que eu tinha pensado, mas ontem à noite, veio-me esse título na cabeça e achei que combinava perfeitamente com o assunto tratado. Isso, isso, isso mesmo, meus caros leitores: um post sobre Chaves.
Muitos devem estar se perguntando (eu espero que estejam!) o que diabos o programa mexicano Chaves, de  1971, tem a ver com o mestre Chuck Norris, o foda dos fodas, o mestre dos mestres, o poderoso dos poderosos, e assim vai. Sendo bem sincero... Nada. Um não tem relação direta alguma com o outro. Mas o fato é que, o programa mexicano Chaves, de 1971, também pode ser classificado como o foda dos fodas, o mestre dos mestres, o poderoso dos poderosos, e assim vai. Como o programa dos programas. Simplesmente por ser um programa genial e de estrondoso sucesso. Um sucesso muito superior ao que Roberto Gómez Bolaños, o criador e ator que dá vida ao protagonista, esperava. Aliás, ele acha que sabe, mas não sabe a quantidade de fãs que ele tem aqui no Brasil, bem como que a principal atração do SBT seja seu show. E talvez também não saiba (essa nem eu mesmo sei) o por que do personagem mais querido e lembrado dessa turma seja o Seu Madruga (Don Ramón no original, interpretado por Ramón Valdés, que não está mais entre nós, vítima de câncer de pulmão, causado por seu terrível hábito de fumar).
Mas por que? Por que seriado mexicano Chaves, um seriado de comédia muito simples e muito humilde, é até hoje um sucesso da proporção de um quasar, o maior emissor de energia do universo? Foi sem querer querendo? Creio eu que sim. Até para os que não gostam do programa devem admitir que ele é um sucesso, pois outra prova é que o Cartoon Network, o mais famoso, conhecido e poderoso canal de desenhos animados para crianças e jovens, comprou os direitos de Chaves e Chapolin, ambos de Roberto Gómez Bolaños, como também a animação homônima (fraca, na minha modesta opinião) Chaves.
Como o próprio Bolaños disse numa entrevista, talvez o sucesso de Chaves tenha se dado devido justamente ao fato de ser um programa simples. Concordo plenamente com ele. A simplicidade, aliada ao humor clownesco característico (trombadas, tombos, situações estranhas e a troca de palavras nas falas) e a pouca tecnologia da época, que apesar de tudo não impedia o show, é que faziam desse show um show que pode ser visto até hoje e que não deixa de ter seu grau de atualidade e realidade.
Atualmente, os programas e desenhos em geral tem uma forte tendência a serem cada vez mais acéfalos, sem importância, inteligência ou profundidade alguma (falei sobre isso, particularizando no caso da Disney, no post "Bons Tempos, Coisa Boa": http://barbarianworld.blogspot.com/2011/08/bons-tempos-coisa-boa.html). No entanto, Chaves, com uma temática básica e situações idiotas feitas propositalmente para parecerem idiotas, sem chamar o próprio público de idiota e ter sentido no contexto da série, fez um grande sucesso. Chaves não ofende ninguém com o tipo de humor que usa, e além do que, por trás de muitos episódios, há críticas, duras, severas e diretas à sociedade da época, que também podem ser usadas à sociedade de hoje. Em todos os anos que se passaram, Chaves continuou atual em relação à sua temática, mas sem descartar o humor clássico que diverte crianças, adultos, jovens e idosos.
Muitos podem achar que esse post foi só uma babação de ovo minha sobre Chaves, que como ficou bem claro, eu adoro e assisto sempre que possível. Pode até ser verdade, mas queria compartilhar com todos vocês sobre minha opinião a cerca do programa e que ele pode ser assistido, ou melhor, deve ser assistido hoje. O sucesso de Chaves não é por mera obra do acaso, mas sim por um conjunto de simplicidade, seriedade, um excelente trabalho e o humor que todos nós amamos. Confessarei-lhes uma coisa, caros leitores: quando tiver um filho ou uma filha, os educarei com os filmes clássicos da Disney (que são os melhores, como disse no post "Bons Tempos, Coisa Boa"), como fui educado, e com o seriado Chaves. Sugiro que vocês, meus leitores ainda sem filhos mas que pretendem ter, façam o mesmo. Garanto que eles terão a mente muito mais aberta e desenvolvida do que as crianças educadas via Xuxa, Backyardigans e esses outros programas que fazem com que a mente dos bebês e das crianças pequenas continue atrofiada e não se desenvolva, para que percebam que o mundo não é só "Dã-dã-dã" e atividades divertidinhas, mas que existe a fome, a pobreza, a carência de amor e a injustiça no mundo, bem como a felicidade, a amizade, o amor e por não, o humor, nesse mundo em que vivemos.

E se Chuck Norris visse Chaves (não sei se ele vê ou não), ele com certeza aprovaria!


2 comentários:

  1. Fala Barbarian! Engraçado vc falar sobre Chavez, pois estudiosos do meio de comunicação tentam desvendar por quê, oh, em nome de Deus, por quê Chavez fez (e faz) tanto sucesso. To indo de memória, mas se não me esqueço, em seu lançamento no Brasil que deve ter sido por volta de 1985, Chavez era um dos poucos (senão o único) programas que conseguiam competir com a Globo. E continua tendo picos de audiência... O que é extraordinário, considerando-se qeu nele, não há sequer um elemento que garanta o sucesso que ele teve. Um daqueles mistérios do mundo moderno, suponho... Mas que teve grande papel na nossa infância, e na infância de muita, mas MUITA gente...

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  2. Ahh, Chaves é Chaves! Eu lembro que chegava da escola e tomava um copão de toddy vendo chaves.. isso eu tinha meus 8-10 anos.. Que tempinho bom, hhahaha.

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